segunda-feira, 15 de junho de 2009

Puno - Peru - 21/01/09

Tinha que acordar cedo para ir comprar a passagem para Puno. Como sempre tomei meu café e fui atrás da passagem. Tudo ok, saida as 9 horas. Procurei o "indi" e nada. Estava já fila do embarque preenchendo as minhas informaçoes, quando apareceram Cristian e Sarai por coincidência iriamos no mesmo bus e meu assento somente a uma fileira de distância. O ônibus mal partiu já tinhamos que preencher nossos dados para imigraçao peruana. Apenas 8 km e já estavamos na fronteira. Todos desembarcando com seus passaportes e vistos bolivianos de entrada em maos. O Cristian teve problemas, nao sei se por ser chileno ou por seu passaporte ser digital (cartao ou targeta), mas ele teve que tirar uma copia do visto. Atravessamos a fronteira a pé e novamente o Cristian teve problemas com a imigraçao, agora peruana. Ele teve que tirar novas copias e voltar para o lado boliviano juntamente com outro passageiro. Enquanto isso Sarai e eu fomos cambiar algumas notas. Eu dolares e ela Bolivianos para Soles. Aconselho so cambiar (trocar) dinheiro em lugares confiaveis, este no caso ficava ao lado da policia da fronteira, portanto confiavel. Ao sairmos da casa de cambio, vimos ao longe o Cristian voltando da Bolivia com uma cara nao muito boa. Finalmente consegui entrar oficialmente no Peru. E para comemorar madou um "fuck you" para o lado boliviano. Creio que era o sentimento de todos. Estavamos todos muito felizes e aliviados por estar no Peru. Depois fiquei sabendo que Sarai morou dois meses em Cusco e Cristian também algum tempo. Portanto eu teria guias. Mais uma hora e meia já estavamos em Puno. Dentro do bus uma muchacha passou umas informaçoes de banco em banco oferecendo passeios as ilhas de Uros e ilha Taquile, bem como passagens a Cusco e estadias. La mesmo tentei pechinchar pois estavamos em grupo e ela disse que havia sim a possibilidade de ficar mais barato. Ao chegar em Puno pegamos ali mesmo no terminal uma van que no levou até o centro. A Sarai tinha um guia impresso do Peru que dizia que existia estadia em Puno por até S. 6,00 ( 6 soles mais ou menos Us$ 2,00)por pessoa. Entao, decidimos no centronao aceitar inicialmente a oferta da muchacha. Fomos atras dos hoteis do guia, mas antes paramos para perguntar em um no caminho. Oferecia um quarto triple com banheiro coletivo mas nao havia agua quente.O outro do guia vierou restaurante e o outro cobrava pelos tres S. 25,00 com banheiro coletivo. Bom pela logica voltamos a atras e aceitamos a oferta da muchacha. Por sorte ela ainda estava lá atendendo outros turisatas. Ao negociar conseguimos um quarto triple com banheiro privativo, muito certinho com ate tv por 15 soles por pessoa (US$ 5,00). O casal que deu a ideia e nao se importava de ter outra pessoa junto, entao topamos. Aproveitamos, compramos um pacote ate as ilhas mais a passagem ate Cusco por S. 55,00 por pessoa. Muito bem no dia seguinte 6:50 da manha a van iria nos levar ate o porto e nostrazer de volta as 18:00 e o bus para Cusco as 20 horas. Era meio dia e tinhamos o dia livre poara conhecer Puno. Fomes até a Praça da Catedral, ao museu e ao Mercado Municipal de Puno comer e comprar comida para mais tarde.Comemos eu e Cristian pescado com batatas cozidas e salada e Sarai optou por pescado com guisado a Fidel. O mercado é muito parecido com os brasileiros, mas falta higiene pois as carnes ficam expostas sem nenhuma refrigeraçao a sorte de moscas e outros bichos. Depois de comer o que custou para cada apenas S.2,50 com direito a um suco, fomos as compras. Ao passamos pelas barracas fizemos intercambio de nomes de frutas e legumes. Eu dizia o nome no Brasil e perguntava se tinha no pais deles e eles o mesmo comigo. Muito legal. Diversas frutas parecidas mas com nome ou lago diferente. O abacate por exemplo eles conheciam aqueles pequeno que cabem na palma da mao e so comiam com llimao e sal. E o mamao só o Papaya e nao os pequenos. Pensando na ida a ilha compramos diversas frutas e pao. O Cristian me ofereceu a fruta do cactos que eu nao conhecia e eu uma carambola. O pobre nao teve sorte, pois a carambola estva muito amarrenta e azeda que até eu travei os dentes. Ao ver que a telefonica é a operadora oficial daqui do Peru, nao pude de deixar te tentar usar o maldito cartao super 15. E plim... como por mágica o Super 15 voltou a ser super, funcionou de primeira. Depois fomoes a pé até o porto e ao lado vimos uma feira de umas 50 barracas só vendendo roupas peruanas todas muito parecidas com as aí do Brasil com direito barracas de brincos e pulseirinhas de linha. Eu por outro lado tinha que cumprir meu ritual... tomas uma cervaja de retorno ao Peru. Fomos a algumas barracas perto porto do Titicaca e a señora disse que nao podia vender bebidas depois das 4 da tarde pois as pessoas podiam ficar bebadas e pular nas aguas do Titicaca e causar incomodo aos outroas. Revoltados, decidmos retornar ao centro, mas en grande estilo. Pegamos um moto taxi. Nada mais é que uma moto adaptada para triciclo com cobertura e capacidade para três pessoas mais o motorista. Aliás existem diversas em Puno, bem como a bike taxi, mas nesta é só para duas pessoas e o coitado do piloto fica atrás dos passageiros. Retornando a praça achamos uma breja Cusqueña, mas eu optei pela negra e como sempre muito boa. Ah outro detalhe diferente. Primeiramente em Copacabana, depois na fronteira, nao aceitaram uma nota minha de cinco dolares pois estava muito desgastada (velha). Tentei em uma casa de câmbio em Puno, nada. Me recomendaram o Banco Nacional do Peru, nada, e la ao Banco de Creditos do Peru que também negaram minha pobre nota. Disse aos meus amigos que vou enfiar a nota, depois que voltar ao Brasil, na boca da funcionaria da casa de câmbio que me vendou esta nota. Dica: ao trocar reais por dolares verifique se todas notas sao novas e nao riscadas senao passarao pelo que eu passei. Bom voltando a Puno, como estavamos cansados retornamos ao hotel, comer algo e depois sair a noite para algum bar. Já descansados, Sarai disse que nao estava bem e iria ficar no hotel. Entao fomos os dois a um pub que tocava de reggae a rock. La serviam cerveja Brahma. Alias fui informado que existe brahma no país inteiro. Tomamos algumas e fomos dormir pois teriamos um cheio pela manha.
Aduanda da Bolivia

Alegria de Cristian e Sarai ao retornarem ao Peru

E eu finalmente... para mais uma etapa de viagem

A Sarai tranquila também

A igreja no centro de Puno, ponto de referência ao lado o Museu.

Acima alguns trajes tipicos de festas peruanas e instrumentos musicais diversos e abaixo o Mercado municipal de Puno, têm coragem de encarar uma carninha?


Acima detalhes da calçada da Calle de los Incas que leva até o Porto

Nós no Mototaxi e ...

... a tradição da cervejinha no País.

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